sexta-feira, 16 de julho de 2010

sexta-feira, 31 de julho de 2009

40 anos da Chegada do Homem à Lua.


Fez na semana passada, 40 anos da Chegada do Homem à Lua. Neste post, vamos falar sobre isto e nos próximo iremos continuar a falar sobre a lua e da chegada do Homem.
Há 40 anos, o norte-americano Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar a Lua. Toda a saga de Armstrong, Aldrin e do voo pioneiro está contada na história da missão Apollo 11. A sua frase épica, “este é um pequeno passo para o Homem, mas um grande passo para a Humanidade” ao pisar pela primeira vez na superfície lunar, é uma das mais conhecidas na história, mas só veio à cabeça de Neil poucos momentos antes de descer da nave, já pousado na Lua.
Além das importantes experiências científicas que ali fizeram, ele e o piloto do ML, Aldrin,colocaram na Base da Tranquilidade uma bandeira metálica dos Estados Unidos e colocaram uma placa junto à perna do Módulo Lunar Eagle, assinada pelos astronautas e pelo presidente americano Richard Nixon: “Aqui os homens do planeta Terra puseram pela primeira os pés na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz em nome de toda a humanidade”.


segunda-feira, 30 de março de 2009

Os vaivem espaciais.


Um vaivém espacial é o veículo parcialmente reutilizável usado pela NASA como veículo lançador e espaçonave para as missões tripuladas. Ele tornou-se o sucessor da nave Apollo usada durante o Projeto Apollo. O vaivém espacial voou pela primeira vez em 1981.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A Via Láctea.

Imagem em infravermelho do núcleo da Via Láctea, capturada pelo telescópio espacial Spitzer


A Via Láctea é a galáxia onde está localizado o Sistema Solar da Terra. É uma estrutura constituída por cerca de duzentos bilhões de estrelas (algumas estimativas colocam esse número no dobro, em torno de quatrocentos bilhões) e tem uma massa de cerca de um trilhão e 750 bilhões de massas solares. Sua idade está calculada entre treze e treze bilhões e 800 milhões de anos, embora alguns autores afirmem estar na faixa de quatorze bilhões de anos.

sábado, 30 de agosto de 2008

Os carros lunares.


O carro representado em cima, é um dos modelos de carros lunares.
Têm rodas grossas, aberto, entre muitas outras coisas.

sábado, 16 de agosto de 2008

50 anos da NASA.


A agência espacial comemora 50 anos.
A história dos últimos 50 anos não seria a mesma sem esta sigla, NASA, de National Aeronautics and Space Administration, agência espacial americana, cujo maior triunfo até agora foi a conquista da Lua, em 1969.
Hoje, o objectivo é ir a Marte até 2037 e de regressar entretanto à Lua, mas primeiro a agência terá de conseguir ultrapassar problemas que ameaçam tornar o seu 50º aniversário num ano bem amargo.

Uma grande jornada:


A agência começou a funcionar em Outubro de 1958, com 80 funcionários, e teve o primeiro fracasso em 1961, ao não colocar um homem em órbita antes dos russos. O triunfo veio depois, com a Apollo 11, em Julho de 1969, e a chegada à Lua.

Mas os voos à Lua eram perigosos e acabaram em 1972. A tripulação da Apollo 13 quase perdeu a vida, num acidente que revelou a fragilidade do programa.
Finda a Guerra Fria, as coisas mudaram, com maior aposta em projectos científicos, com destaque para as sondas Viking e o telescópio Hubble.
Nos anos 80, a NASA criou o programa de naves reutilizáveis, muito caro e com dois catastróficos acidentes, que destruíram duas naves, Challenger e Columbia, matando 14 astronautas.

Com um orçamento de 17 mil milhões de dólares e 19 mil empregados, a agência enfrenta hoje um futuro complexo. A nova frota de naves, Orion, não estará operacional antes de 2015 - mas mantém vivo o sonho de voltar à Lua e também rumar a Marte.

domingo, 13 de julho de 2008

A lua.


A lua é o satélite natural da Terra. A distância entre a lua e o planeta Terra varia de acordo com a época do ano como, por exemplo, quando está mais próxima da Terra o afastamento é de 356.334 km. No período em que se encontra mais distante da Terra, seu afastamento é de 406.610 km.
A massa da lua é aproximadamente 81 vezes menor que a massa do planeta Terra e o seu diâmetro é de cerca de 3.476 km. Quem está na Terra consegue visualizar somente uma parte da Lua, a parte que não é visualizada é chamada de face oculta. Apesar de não ter atmosfera a lua apresenta cristais de gelo (ou seja, já houve água na lua), não há erosão e a sua superfície continua intacta há milhões de anos e é afectada unicamente pela colisão de meteoritos. Não possui luz própria, reflecte apenas a luz do Sol de modo diferente conforme a posição em que se encontra. Essa variação é conhecida como fases: nova, crescente, cheia e minguante.
Para muitas pessoas cada fase da lua expressa algo diferente, para uns significa período em que pode e que não pode cortar o cabelo, para outros início e fim de uma dieta, para muitos o que realmente interessa é a beleza da lua, pois ela é testemunha do amor entre várias pessoas.
A nossa lua é muito diferente das demais, sendo que em alguns planetas existem mais de duas luas, como por exemplo, as Luas de Galileu, nome usado para designar o conjunto dos satélites naturais de Júpiter descobertos por Galileu Galilei: Europa, Ganímedes, Io, Calisto.

domingo, 8 de junho de 2008

Resultados da votação que decorreu.

Qual é o vosso planeta favorito?

Número de votos: 16

Terra: 12 votos e um total de 75%

Saturno: 7 votos e um total de 43%

Marte: 8 votos e um total de 50%

Plutão: 7 votos e um total de 43%

Júpiter: 8 votos e um total de 50%

Obrigado a todos por terem votado.

Muito em breve teremos outra votação.

sábado, 24 de maio de 2008

Os extraterrestres.


Extraterrestre ou Extraterreno refere-se a tudo que é de fora do planeta Terra. A expressão comumente designa outros planetas, e seres vivos, inteligentes ou não, que vivam lá.
O estudo do fenômeno extraterrestre evoluiu muito nas últimas décadas com o crescimento do interesse da população pela vida fora do planeta Terra. A ufologia é o nome popular utilizado para o estudo de indícios de vida fora do planeta. O nome academicamente aceito é "exobiologia".
A literatura, o cinema e a televisão já exploraram muito a possibilidade de contato com seres inteligentes de outros planetas (chamados de ETs), porém sempre estimulando a idéia de um contato hostil causando o protesto de alguns ufólogos. Devido a essa influência negativa da mídia, boa parte da população teme um contato com seres extraterrestres.
A ciência que se ocupa da vida fora da Terra chama-se Exobiologia.
No Brasil e em Portugal usa-se a sigla OVNI para designar Objeto Voador Não-Identificado, equivalente ao inglês UFO que é Unidentified Flying Object. Muitas pessoas acreditam que a aparição desses objetos seja a prova não apenas da existência de vida extraterrestre, mas também de que seres de outros planetas visitem o nosso. Os pesquisadores dessas aparições são chamados de ovniologistas ou ufólogos.

domingo, 18 de maio de 2008

Os satélites artificiais.

Satélite NAVSTAR-2

Um satélite artificial é qualquer corpo feito pelo homem e colocado em órbita ao redor da Terra ou de qualquer outro planeta. Hoje em dia, ao contrário do que ocorria no início da história dos satélites artificiais, o termo satélite vem sendo usado praticamente como um sinônimo para "satélite artificial". O termo "satélite artificial" tem sido usado quando se quer distingui-los dos satélites naturais, como a Lua.
Atualmente estão em órbita, para além dos satélites do Sistema de Posicionamento Global, satélites de comunicações, satélites científicos, satélites militares e uma grande quantidade de lixo espacial, ou seja, não se deve se referir à satélites apenas como um meio de transporte de dados ou apenas um meio de mapear ou espionar o sistema terrestre.
Os satélites de comunicações são satélites que retransmitem sinais entre pontos distantes da Terra. Estes satélites servem para retransmitir dados, sinais de televisão, rádio ou mesmo telefone. Os chamados telefones satélite baseiam-se numa rede Iridium, uma rede de satélites de baixa altitude.
Os satélites científicos são utilizados para observar a Terra ou o espaço ou para realizar experiências em microgravidade. Os satélites de observação da Terra permitem estudar as mudanças climáticas, para estudar os recursos naturais, para observar fenómenos naturais, para o mapeamento de cidades e até para a espionagem (alguns foto-satélites tem o poder de aproximação de 1m de dimensão mas existem especulações de satélites secretos com maior poder de aproximação).
O Espaço é o local ideal para a realização de observações astronómicas já que a luz emitida pelas estrelas não é perturbada pela atmosfera terrestre. Por este motivo é que os cientistas optaram por colocar o telescópio Hubble em órbita junto à outros que utilizam ondas de radar para fazer o mapeamento do espaço.
O espaço é também o local ideal para se realizarem experiências em condições de microgravidade. Estas experiências são realizadas a bordo do módulo orbital do Vaivém Espacial e a bordo da Estação Espacial Internacional.
Não há estatísticas oficiais, mas estima-se que já foram lançados aproximadamente 4.600 satélites, e que apenas cerca de 500 deles continuam em funcionamento. A União Soviética foi o primeiro país a colocar um satélite no espaço, o Sputnik, em 1957.
Em primeira aproximação, o satélite é afetado por uma única força, a força gravitacional exercida no satélite pela Terra. A intensidade desta força determina-se pela Lei da Atração Universal. Por outro lado, e pela 2ª lei de Newton, a intensidade da força é diretamente proporcional à intensidade da aceleração. A aceleração tem a mesma direcção e o mesmo sentido que a força gravitacional.

sábado, 17 de maio de 2008

Os Satelites naturais.


Um satélite natural ou lua (em letra minúscula) ou ainda planeta secundário é um astro que circula em torno de um planeta principal, isto é, não orbita em torno de uma estrela. Por exemplo, a Lua é um satélite da Terra.
Porém, algumas luas são maiores que alguns planetas principais, como Ganímedes e Titã, satélites de Júpiter e Saturno, respectivamente, que são maiores que Mercúrio . Assim sendo estes satélites, se orbitassem o Sol, seriam mundos de pleno direito. Apesar disso, existem outros satélites que são muito menores e têm menos de 5 km de diâmetro, como várias luas do planeta Júpiter.
Caronte, a lua de Plutão tem mais ou menos metade do diâmetro deste último, o que leva certos astrônomos a pensarem no conjunto como um planeta duplo. De facto, o próprio sistema Terra-Lua (apesar desta última não ter mais do que um quarto do diâmetro da Terra) é, também, considerado como um planeta duplo.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O planeta Plutão.


Plutão (oficialmente, 1340340 Plutão) é um planeta anão do sistema solar, localizado numa região conhecida como cinturão de Kuiper. A sua órbita, excêntrica, é fortemente inclinada em relação aos planetas. Dos 248 anos que demora a para fazer a translação em volta do Sol, Plutão passa 20 anos mais perto do sol do que Neptuno, no restante da órbita, permanece além de Neptuno.
Possui um satélite maior chamado Caronte e dois menores, descobertos em 2005 pelo telescópio espacial Hubble e que receberam da União Astronómica Internacional (UAI) os nomes mitológicos de Nix e Hidra. Um dos motivos da escolha desses nomes foram as iniciais N e H que coincidem com a nave espacial New Horizons, que em 2015 visitará o sistema Plutão - Caronte e também esses novos satélites.
Até 2006, Plutão era contado como um planeta principal; mas a descoberta de vários corpos celestes de tamanho comparável e até mesmo a de um outro objeto maior no Cinturão de Kuiper fez com que a UAI, em 24 de Agosto, durante uma conferência da organização, decidisse considerá-lo como um "planeta-anão"juntamente com Éris e Ceres (este último localizado no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter). Plutão é visto agora como o primeiro de uma categoria de objetos trans-netunianos cuja denominação ainda não foi decidida pela UAI.
Em setembro de 2006, a UAI atribuiu a Plutão o número 1340340 no catálogo de planetas menores, de modo a refletir a sua nova condição de planeta anão.

domingo, 11 de maio de 2008

Os aneis de Neptuno.


Neptuno tem também anéis. As observações terrestres mostram apenas ténues arcos em vez de anéis completos, mas as imagens da Voyager 2 evidenciam o último caso, em adição a amontoados brilhantes. Um dos anéis parece ter uma estrutura entrelaçada.
Tal como Júpiter e Urano, os anéis de Neptuno são muito escuros mas a sua composição é ainda desconhecida.
Os anéis de Neptuno têm nomes: o mais exterior é Adams (que contém 3 proeminentes arcos agora chamados de Liberdade, Igualdade e Fraternidade), o seguinte é um anel co-orbital sem nome com Galateia, depois Leverrier (cujas extensões exteriores são chamadas Lassell e Arago) e finalmente o ténue mas largo Galle. Segundo observações terrestres em 2005, os anéis de Neptuno parecem ser muito mais instáveis do que se pensava. Em particular, parece que Liberdade poderá desaparecer dentro de um século.
O seu campo magnético, tal como o de Urano, é estranhamente orientado e provavelmente gerado pelos movimentos de materiais condutores (provavelmente água) nas suas camadas intermédias.
Neptuno pode ser observado com binóculos (se soubermos exactamente para onde olhar), mas é necessário um bom telescópio para ver algo sem ser um pequeno disco.
Neptuno tem 13 luas conhecidas; 7 já com nome, o conhecido Tritão e mais quatro descobertas em 2002 e uma em 2003, todas ainda sem nome.

sábado, 10 de maio de 2008

O planeta Neptuno.


Neptuno é o planeta mais externo dos gigantes de gás. Tem um diâmetro equatorial de 49,500 quilómetros (30,760 milhas). Se Neptuno fosse oco, poderia conter cerca de 60 Terras. Neptuno orbita o Sol a cada 165 anos. Tem oito luas, seis das quais foram descobertas pela Voyager. Um dia em Neptuno dura 16 horas e 6.7 minutos. Neptuno foi descoberto em 23 de Setembro de 1846 por Johann Gottfried Galle, do Observatório de Berlim, e Louis d'Arrest, um estudante de astronomia, através de predições matemáticas feitas por Urbain Jean Joseph Le Verrier.
Os primeiros dois terços de Neptuno são compostos por uma mistura de rocha fundida, água, amónia líquida e metano. O terço externo é uma mistura de gases aquecidos compostos por hidrogénio, hélio, água e metano. O metano dá a Neptuno a sua cor de nuvem azul.
Neptuno é um planeta dinâmico com diversas manchas grandes e escuras, lembrando as tempestades, tipo furacões, de Jupiter. A maior mancha, conhecida por Grande Mancha Escura, tem aproximadamente o tamanho da Terra e é semelhante à Grande Mancha Vermelha de Júpiter. A Voyager mostrou uma nuvem pequena, de forma irregular, movendo-se para leste correndo à volta de Neptuno a cada 16 horas ou quase. Esta scooter tal como foi denominada pode ser uma bruma que se eleva acima de um conjunto de nuvens mais escuras.
Foram vistas na atmosfera de Neptuno nuvens grandes e brilhantes, semelhantes às nuvens cirros terrestres. A latitudes norte mais baixas, a Voyager capturou imagens de raios de nuvens projectando as suas sombras nas formações de nuvens mais baixas.
Os ventos mais fortes de qualquer planeta foram medidos em Neptuno. Muitos dos ventos sopram na direcção oeste, oposta à rotação do planeta. Perto da Grande Mancha Escura, os ventos sopram próximo dos 2,000 quilómetros (1,200 milhas) por hora.
Neptuno tem um conjunto de quatro anéis que são estreitos e muito fracos. Os anéis são constituídos por partículas de pó, que se pensava terem surgido de pequenos meteoritos que se esmagaram nas luas de Neptuno. Vistos de telescópios terrestres, os anéis parecem ser arcos, mas vistos da Voyager 2 os arcos surgem como manchas brilhantes ou aglomerações no sistema de anéis. A causa exacta das aglomerações brilhantes é desconhecida.
O campo magnético de Neptuno, tal como o de Úrano, tem uma inclinação muito acentuada de 47 graus em relação ao eixo de rotação e está deslocado de pelo menos 0.55 raios (cerca de 13,500 quilómetros ou 8,500 milhas) do centro físico. Comparando o campo magnético dos dois planetas, os cientistas pensam que a orientação extrema pode ser característica de correntes no interior e não o resultado da orientação lateral ou de qualquer reversão do campo de ambos os planetas.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Os aneis de Urano.


Em 1977, foram descobertos os primeiros nove anéis de Úrano. Durante os encontros da Voyager, estes anéis foram fotografados e medidos, tal como outros dois anéis. Os anéis de Úrano são muito diferentes dos de Júpiter e Saturno. O anel épsilon exterior é composto principalmente por blocos de gelo com vários pés de diâmetro. Uma distribuição muito ténue de poeira fina também parece estar dispersa pelo sistema de anéis.
Pode existir um grande número de anéis estreitos, ou possivelmente anéis incompletos ou arcos de anéis, tão pequenos quanto 50 metros (160 pés) de largura. Descobriu-se que as partículas individuais dos anéis são de baixa reflectividade. Descobriu-se que pelo menos um anel, o épsilon, tem a cor cinzenta. As luas Cordélia e Ofélia agem como satélites pastores para o anel épsilon.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O planeta Urano.


Úrano é o sétimo planeta a partir do Sol e é o terceiro maior no sistema solar. Foi descoberto por William Herschel em 1781. Tem um diâmetro equatorial de 51,800 quilómetros (32,190 milhas) e orbita o Sol a cada 84.01 anos terrestres. A distância média ao Sol é 2.87 biliões de quilómetros (1.78 biliões de milhas). A duração de uma dia em Úrano é 17 horas e 14 minutos. Úrano tem pelo menos 21 luas. As duas maiores luas, Titânia e Oberon, foram descobertas por William Herschel em 1787.
A atmosfera de Úrano é composta por 83% de hidrogénio, 15% de hélio, 2% de metano e pequenas porções de acetileno e outros hidrocarbonetos. O metano na alta atmosfera absorve a luz vermelha, dando a Úrano a sua cor azul-esverdeada. A atmosfera está organizada em nuvens que se mantêm em altitudes constantes, semelhantes à orientação das faixas latitudinais vistas em Júpiter e Saturno. Os ventos a meia-latitude em Úrano sopram na direcção da rotação do planeta. Estes ventos sopram a velocidades de 40 a 160 metros por segundo (90 a 360 milhas por hora). Experiência com sinais de rádio registaram ventos de cerca de 100 metros por segundo soprando na direcção oposta no equador.
Úrano distingue-se pelo facto de estar inclinado para um lado. Pensa-se que a sua posição invulgar é resultado da colisão com um corpo do tamanho de um planeta no início da história do sistema solar. A Voyager 2 descobriu que uma das influências mais notáveis desta posição inclinada é o seu efeito na cauda do campo magnético, que por sua vez está inclinado 60 graus em relação ao eixo de rotação. A cauda magnética mostrou-se torcida pela rotação do planeta numa forma em espiral atrás do planeta. A origem do campo magnético é desconhecida; O oceano de água e amónia electricamente condutivo e super-pressurizado que se pensava estar entre o núcleo e a atmosfera, vê-se agora que não existe. Crê-se que os campos magnéticos da Terra e de outros planetas provêm de correntes eléctricas produzidas pelos seus núcleos fundidos.

domingo, 4 de maio de 2008

A descoberta dos aneis de Saturno.


Os Anéis de Saturno foram observados para a primeira vez em julho de 1610. Sendo o mérito de Galileo Galilei. Em parte graças às imagens de seu recém inventado telescópio, eram ainda imagens de baixa qualidade, e em parte porque fazia meses que tinha descoberto os quatro maiores satélites de Júpiter. Pensou inicialmente de que as estruturas borradas, parecidas às orelhas, que tinha visto, eram dois satélites ao lado de Saturno. Logo mudou da opinião. Aqueles apêndices estranhos não variaram a sua posição em relação a Saturno de uma noite para outra. Além disso, desapareceram em 1612. O anel tinha-se posicionado plano em relação à Terra , de forma que não era possível a sua visualização.
A geometria dos apêndices deixou os astrônomos perplexos. Até o ponto em que começaram a propor que eram asas unidas com Saturno ou que consistiria somente de satélites na órbita em torno da parte posterior de Saturno, razão porque nunca registrava a sobra do planeta.
Finalmente, em 1655, Christiaan Huygens sugeriu que os apêndices eram o sinal visível de um disco da matéria finamente e lisos, separado do planeta e tinham no plano equatorial. Dependendo em quais eram as posições da terra e de Saturno nas suas órbitas respectivas em torno do sol, a inclinação do disco em relação à Terra variaria. Esta seria a explicação da variação da sua aparência, de uma linha fina a um largo ecllipse.
O ciclo do anéis varia conforme a órbita do planeta Saturno, com duração de 30 anos.
Durante os dois séculos seguintes supôs-se que o disco era uma única camada contínua de matéria. A primeira objeção de encontro a essa hipótese não tardaria em surgir. Em 1675, Giovanni Cassini encontrando uma faixa escura que separa o disco em dois anéis concêntricos. Essa divisão recebeu o nome de Cassini.
No fim de século XVIII, Pierre-Simon Laplace mostrou que a combinação das forças de gravidade no planeta Saturno e a rotação do disco seriam suficientes para rasgar uma camada de matéria única. A princípio, toda a partícula do disco mantém a sua distância radial de Saturno porque há duas forças que balanceiam. A gravidade puxa a partícula para o interior, enquanto a força centrífuga empurra para a parte externa. A força centrífuga vem da velocidade da rotação, isso é porque o disco também gira. Entretanto, no exemplo de um disco rígido em rotação, as forças balanceiam somente para uma determinada distância radial. Para essa razão, Laplace propôs a hipótese que os anéis de Saturno fossem formados por muitos anéis finos, cada deles suficientes para suportar o desequilíbrio ligeiro das forças que apareceriam durante toda a sua largura radial.
A última passagem para a visão moderna do anéis ocorreu em 1857, quando James Clerk Maxwell ganhou o Premio Adams da Universidade de Cambridge pela sua demonstração matemática que os anéis eram formados de facto por numerosas massas pequenas, que mantêm as órbitas independentes. A confirmação experimental desta hipótese ocorreu em 1895, quando os astrónomos norte-americanos James E. Keeler e William W. Campbell deduziram a velocidade das partículas nos anéis a partir do Deslocamento de Doppler, ou modificação do tamanho de onda das linhas spectral da luz do Sol que as partículas refletem para a terra. Descobriram que o anel gira em torno de Saturno numa velocidade diferente da atmosfera planetária. Além disso, as partes internas do anel giraram numa velocidade maior do que as externas, conforme prescreviam as leis da física para partículas em órbitas independentes.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Os aneis de Saturno.


Os anéis de Saturno são constituídos essencialmente por uma mistura de gelo, poeiras e material rochoso. Embora possam atingir algumas centenas de milhares de quilómetros de diâmetro, não ultrapassam 1,5 km de espessura. A origem dos anéis é desconhecida. Originalmente pensou-se que teriam tido origem na formação dos planetas há cerca de 4 bilhões de anos, mas estudos recentes apontam para que sejam mais novos, tendo apenas algumas centenas de milhões de anos. Uma das teorias aponta para um cometa que se tenha desintegrado devido a forças de maré quando passava perto de Saturno. Uma outra possibilidade é o choque de um cometa com uma lua de Saturno, desintegrando-se.
Descobertas recentes, através de medições da sonda Cassini-Huygens, relatam a existência de uma atmosfera independente da atmosfera de Saturno, que existe em torno dos anéis e que é constituída essencialmente oxigénio molecular.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

O planeta Saturno.


Saturno é o sexto planeta a partir do Sol e o segundo maior no sistema solar com um diâmetro equatorial de 119,300 quilómetros (74,130 milhas). Muito do que se sabe sobre o planeta é devido às explorações da Voyager em 1980-81. Saturno é visivelmente achatado nos pólos, como resultado da rotação muito rápida do planeta no seu eixo. O seu dia dura 10 horas e 39 minutos, e demora cerca de 29.5 anos terrestres para dar a volta ao Sol. A atmosfera é principalmente composta por hidrogénio com pequenas quantidades de hélio e metano. Saturno é o único planeta menos denso do que a água (cerca de 30 porcento menos). No hipotético caso de se encontrar um oceano suficientemente grande, Saturno flutuaria nele. A coloração amarela enevoada de Saturno é marcada por largas faixas atmosféricas semelhantes, mas mais fracas, às de Júpiter.
O vento sopra em altas velocidades, em Saturno. Perto do equador, atinge uma velocidade de 500 metros por segundo (1,100 milhas por hora). O vento sopra principalmente na direcção leste. Encontram-se os ventos mais fortes perto do equador e a velocidade decresce uniformemente a maiores latitudes. A latitudes superiores a 35 graus, os ventos alternam entre leste e oeste conforme a latitude aumenta.
O sistema de anéis de Saturno faz do planeta um dos mais belos objectos no sistema solar. Os anéis estão divididos em diferentes partes, que incluem os anéis brilhantes A e B e um anel C mais fraco. O sistema de anéis tem diversos espaçamentos. O espaçamento mais notável é a Divisão Cassini, que separa os anéis A e B. Giovanni Cassini descobriu esta divisão em 1675. A Divisão Encke, que divide o anel A, teve o seu nome baseado em Johann Encke, que a descobriu em 1837. As sondas espaciais mostraram que os anéis principais são na realidade formados por um grande número de anéis pequenos e estreitos. A origem dos anéis é obscura. Pensa-se que os anéis podem ter sido formados a partir das grandes luas que foram desfeitas pelo impacto de cometas e meteoróides. A composição exacta dos anéis não é conhecida, mas mostram que contêm uma grande quantidade de água. Podem ser compostos por icebergs e/ou bolas de gelo desde poucos centímetros até alguns metros de diâmetro. Muita da estrutura elaborada de alguns dos anéis é devida aos efeitos gravitacionais dos satélites vizinhos. Este fenómeno é demonstrado pela relação entre o anel F e duas pequenas luas que pastoreiam a matéria do anel.
Também foram encontradas formações radiais no grande anel B pelas sondas Voyager. Pensa-se que as formações são compostas por partículas finas, do tamanho de grãos de pó. Entre as imagens obtidas pelas sondas Voyager observou-se a formação e a dissipação dos raios. Apesar das cargas electrostáticas poderem criar raios pela levitação das partículas de pó acima do anel, a causa exacta da formação destes raios não está bem compreendida.
Saturno tem 18 luas confirmadas, o maior número de satélites de qualquer planeta do sistema solar. Em 1995, os cientistas, usando o Telescópio Espacial Hubble, descobriram quatro objectos que podem também ser luas.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Os aneis do planeta Júpiter.


Os anéis de Júpiter formam um sistema de anéis que circunda o planeta Júpiter. Foram o terceiro sistema de anéis planetários a serem descobertos no Sistema Solar, após os anéis de Saturno e os de Urano. Os anéis foram observados pela primeira vez durante a visita da sonda espacial Voyager I em 1979.[1] Com as informações recolhidas pela sonda irmã Voyager II naquele mesmo ano foi possível iniciar a determinação da estrutura dos anéis. Em 1995 foram estudados de maneira mais aprofundada pela sonda espacial Galileu.[2] Os anéis foram também observados desde a sua descoberta pelo telescópio espacial Hubble e a partir da superfície terrestre. É difícil fazer observações dos anéis a partir da Terra, sendo necessário recorrer aos maiores telescópios disponíveis.
O sistema joviano de anéis é ténue e consiste principalmente de poeira. É formado por quatro partes. A parte mais interna é mais espessa e tem uma forma de toróide (anel halo). Afastando do planeta encontra-se a segunda parte, o anel principal que é o mais visível e também muito estreito. Continuando o afastamento encontram-se os dois largos anéis gossamer, um associado a lua Adrasteia e o outro a lua Tebe.
O anel mais interno e o anel principal são formados principalmente por material das luas Adrasteia e Métis e outros corpos celestes não observados, ejetado por colisões em alta velocidade.
A cor do anel principal no espectro visível é vermelho, exceto pelo anel mais interno que possui cor neutra ou azulada. O tamanho das partículas de poeira nos anéis varia, mas as propriedades ópticas são determinadas pelas partículas com dimensões de 15,0 ± 0.3 μm em todos os anéis exceptuando no halo. O anel halo é provavelmente dominado por poeiras de dimensões submicroscópicas. A massa total do sistema de anéis (incluindo corpos inclusos não visíveis) é cerca de 1016 kg, comparável à massa de Adrasteia. A idade dos anéis é desconhecida, mas sabe-se que o material que os forma é constantemente renovado e pode estar presente desde a formação de Júpiter.

domingo, 27 de abril de 2008

O planeta Júpiter.


Júpiter é o quinto planeta mais próximo do Sol e é o maior planeta do sistema solar. Se Júpiter fosse oco, caberiam mais de mil Terras no seu interior. Contém também mais matéria do que todos os outros planetas juntos. Tem uma massa de 1.9 x 1027 kg e um diâmetro de 142,800 quilómetros (88,736 milhas) no equador. Júpiter tem 16 satélites, quatro dos quais - Calisto, Europa, Ganímedes e Io - foram observados por Galileu já em 1610. Tem um sistema de anéis, que é muito ténue e totalmente invisível visto da Terra. (Os anéis foram descobertos em 1979 pela Voyager 1.) A atmosfera é muito profunda, talvez compreendendo todo o planeta, e tem algumas semelhanças com a do Sol. É composta principalmente de hidrogénio e hélio, com pequenas porções de metano, amónia, vapor de água e outros componentes. A grande profundidade dentro de Júpiter, a pressão é tão elevada que os átomos de hidrogénio estão quebrados e os electrões estão livres, de tal modo que os átomos resultantes consistem de simples protões. Isto produz um estado em que o hidrogénio se torna metálico.
Faixas coloridas latitudinais, nuvens atmosféricas e tempestades ilustram o dinâmico sistema meteorológico de Júpiter. O padrão das nuvens mudam de hora para hora, ou de dia para dia. A Grande Mancha Vermelha é uma tempestade complexa que se move numa direcção anti-horária. Na borda, a matéria parece rodar em quatro a seis dias; perto do centro, o movimento é menor e numa direcção quase aleatória. Podem-se descobrir cadeias de outras tempestades mais pequenas e redemoinhos pelas diversas faixas de nuvens.
Foram observadas emissões aurorais, semelhantes às auroras boreais da Terra, nas regiões polares de Júpiter. As emissões aurorais parecem estar relacionadas a matéria de Io que cai na atmosfera de Júpiter, movendo-se em espiral segundo as linhas do campo magnético. Também foram observados relâmpagos luminosos acima das nuvens, semelhantes aos super-relâmpagos na alta atmosfera da Terra.

sábado, 26 de abril de 2008

O planeta Mercúrio.


Mercúrio teve o seu nome atribuído pelos romanos baseado no mensageiro dos deuses, de asas nos pés, porque parecia mover-se mais depressa do que qualquer outro planeta. É o planeta mais próximo do Sol, e o segundo mais pequeno do sistema solar. O seu diâmetro é 40% mais pequeno do que o da Terra e 40% maior do que o da Lua. É até mais pequeno do que Ganímedes, que é uma das luas de Júpiter e Titan uma lua de Saturno.
Se um explorador andasse pela superfície de Mercúrio, veria um mundo semelhante ao solo lunar. Os montes ondulados e cobertos de poeira foram erodidos pelo constante bombardeamento de meteoritos. Existem escarpas com vários quilómetros de altura e centenas de quilómetros do comprimento. A superfície está ponteada de crateras. O explorador notaria que o Sol parece duas vezes e meia maior do que na Terra. No entanto, o céu é sempre negro porque Mercúrio praticamente não tem atmosfera que seja suficiente para causar a dispersão da luz. Se o explorador olhasse fixamente para o espaço, veria duas estrelas brilhantes. Veria uma com tonalidade creme, Vénus, e a outra azul, a Terra.
Antes da Mariner 10, pouco era conhecido sobre Mercúrio por causa da dificuldade de o observar com os telescópios, da Terra. Na máxima distância, visto da Terra, está apenas a 28 graus do Sol. Por isso, só pode ser visto durante o dia ou imediatamente antes do nascer-do-Sol ou imediatamente depois do pôr-do-Sol. Quando observado ao amanhecer ou ao anoitecer, Mercúrio está tão baixo no horizonte, que a luz tem que passar através do equivalente a 10 vezes a camada da atmosfera terrestre que passaria se Mercúrio estivesse directamente por cima de nós.

Resultados da votação que decorreu.



Qual é o vosso jogo universal favorito na internet?

Número de votos: 12.

Ogame: 8 votos, com um total de 66%.

Warp Fire: 4 votos, com um total de 33%.

Outros jogos e nenhum jogo, ficaram a com 0 votos, um total de 0%.

Obrigado a todos por terem votado.

Muito em breve teremos outra votação.


sexta-feira, 25 de abril de 2008

O planeta Vénus.


Vénus, o segundo planeta do sistema solar na ordem das distâncias ao Sol, descreve uma órbita em torno deste em 224,7 dias, a uma distância média de 0,723 U.A. (Unidade Astronómica, equivalendo a 1,496´108 km). A sua trajectória é aproximadamente circular (e = 0,0086), a mais baixa de todos os planetas. O plano da órbita faz um ângulo de 3º com a eclíptica. No seu movimento aparente, Vénus oscila em torno do Sol para um e outro lado, nunca ultrapassando uma distância angular superior a 48º. Daí o nome "estrela da manhã", por ser visível antes do nascer do Sol. É também, visível após o ocaso (e conhecido por "estrela da tarde"). Tem um brilho aparente que é 10 vezes o de Sírio, o que o torna no astro mais brilhante a seguir ao Sol. O seu movimento de rotação é de 243 dias no sentido inverso do da Terra (sentido retrógrado).A sua atmosfera muito densa é constituída por grande percentagem de dióxido de carbono (CO2) e algumas moléculas de azoto (N2), e é bastante volumosa, o que dificulta a observação. Contém pequenas quantidades de água que permitem a formação de ácidos, como o ácido clorídrico (HCl) e o ácido sulfúrico (H2SO4), que formam nuvens corrosivas. A pressão à sua superfície é a que encontramos a 1000 metros de profundidade nos oceanos terrestres. Uma atmosfera assim densa concentra os raios solares e cria um efeito de estufa que origina temperaturas de 470 ºC na sua superfície. No entanto, a luz solar incidente é reflectida em 98%, dada a espessura dessa mesma atmosfera. Ventos fortes e tempestades são factos correntes neste planeta. Há, porém, muitas características semelhantes às da Terra: possui uma massa idêntica, um volume aproximado, um diâmetro igualmente próximo, densidade média ligeiramente inferior, campo gravítico à superfície também ligeiramente inferior.Com intervalos sucessivos de 121,5 e 105,5 anos, alternados com um período de 8 anos (...121,5 - 8 - 105,5 - 8 - 121,5 - 8 - ...), o planeta passa em frente do Sol e dá-se, então, o que se chama "trânsito": o planeta aparece projectado como uma mancha negra sobre o disco solar e, quando entra ou quando sai dele, a porção de Vénus exterior ao Sol vem rodeada por um halo produzido pela refracção da luz solar nas camadas atmosféricas do planeta. Os trânsitos em Vénus ocorrem sempre em Junho e Dezembro, épocas em que os planos das órbitas da Terra e de Vénus se intersectam. O último trânsito ocorreu a 8 de Junho de 2004, tendo sido visível em Portugal. O próximo a acontecer será a 5 de Junho de 2012, mas, como ocorrerá numa hora nocturna, não poderá ser visto no nosso país. Prevê-se que o próximo trânsito visível em Portugal aconteça somente em 2117.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O planeta Marte.


Marte é o quarto planeta em relação à distancia do Sol e pode ser visualizado sem ajuda de telescópio do planeta Terra. Tem uma atmosfera rarefeita e assemelha-se à Terra em vários aspectos. A sua atmosfera é formada por elementos tais como: gás carbônico, nitrogênio, argônio e oxigênio. A temperatura média deste planeta é de aproximadamente 59 graus celsius negativos. Nos últimos anos tem sido o planeta mais estudado por agências espaciais do mundo todo, pois existem planos de buscar algum tipo de vida em marte e também projetos futuros e estudos para colonizar Marte. Grande parte destes projetos espaciais pertence à NASA.
No ano de 2000, surgiu a primeira evidência de que havia água em Marte. Foram encontrados sinais de erosão no território marciano, indicando a existência de canais de água no subsolo. Também foram encontradas amostras de gelo existente neste planeta. Estes indícios aumentaram a esperança de que, futuramente, a NASA poderia enviar naves espaciais tripuladas para Marte, com o objetivo de colonizar o planeta vermelho. A água seria essencial para este propósito.
Mas uma das perguntas mais feitas por toda a gente é: Será que existe vida neste planeta???
As sondas enviadas pela NASA já fotografaram e examinaram milhares de substâncias em solo marciano. Após análises de diversos cientistas do mundo todo, ainda não podemos afirmar com segurança sobre a existência de vida em Marte. A existência de água em território marciano abre uma grande possibilidade dessa teoria ser comprovada, já que a água é a principal fonte para a existência de vida. Novos estudos e projetos poderão futuramente esclarecer-nos mais sobre este polêmico tema.

domingo, 20 de abril de 2008

O planeta Terra.


A Terra é um planeta do sistema solar, sendo o terceiro em ordem de afastamento do Sol e o quinto em diâmetro. É o maior dos quatro planetas telúricos. Entre os planetas do Sistema Solar, a Terra tem condições únicas: mantém grandes quantidades de água, tem placas tectónicas e um forte campo magnético. A atmosfera interage com os sistemas vivos. A ciência moderna coloca a Terra como único corpo planetário que possui vida da forma a qual conhecemos. Alguns cientistas como James Lovelock consideram que a Terra é um sistema vivo chamado Gaia.
O planeta Terra tem aproximadamente uma forma esférica, mas a sua rotação causa uma deformação para a forma elipsóidal (achatada aos pólos). A forma real da Terra é chamada de Geóide, apresenta forma muito irregular, ondulada, matematicamente complexa.